terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Inteligência do perdão


Artigo de André Soares - 27/10/2014



"Pai, perdoai-os porque eles não sabem o que fazem" (Lucas 23:34) é o mais magnânimo exemplo de perdão do mundo cristão, pois estas foram as célebres palavras bíblicas proferidas por Jesus Cristo em seu suplício, absolvendo de culpa aqueles que o condenaram e crucificaram de morte. Assim, o perdão é ato de remissão, considerado atitude nobre e própria de pessoa virtuosa, cujo espírito elevado desculpa e absolve todo aquele que lhe tenha infligido ofensa, hostilidade, ou mal de qualquer natureza. Todavia, vale aqui uma pergunta: “Perdoar é uma decisão inteligente?”. Nesse contexto, com a devida e respeitosa vênia a Deus e ao seu filho Jesus Cristo que perdoam a todos indistintamente, inclusive a mim; ressalta-se que no mundo real é fundamental saber quando se deve ou não perdoar. E esta importante decisão não deve ser tomada com o coração no calor da emoção, mas sim com a cabeça pela razão da inteligência.

Ledo engano acreditar no consenso geral ao afirmar que o perdão tem o poder de elevar o espírito de quem perdoa a um nível superior, libertando-o de sentimentos ruins associados ao mal que lhe foi causado. Ledo engano também acreditar que o perdão tem o poder de recomeçar incólume um relacionamento, apagando fatos negativos do passado, como se nada tivesse acontecido. Porque, ao contrário, o único poder que o perdão possui é o de apaziguar a consciência e acalentar o espírito dos culpados que clamam por ele, atormentados pela culpa, arrependimento e o medo de retaliação. Assim, exceção feita ao mal de natureza culposa, aquele que pede perdão é duplamente culpado. Primeiramente, pelo prejuízo que causou a outrem, segundo pela covardia de arrepender-se de seu ato deliberado.

Ademais, é importante destacar que o perdão não tem o poder de mudar os fatos, nem o de fazer esquecê-los. Significa que o perdão é incapaz de corrigir ou reverter o mal cometido, muito menos de apagá-lo da lembrança de quem o sofreu. Portanto, a Inteligência do perdão está na sabedoria de saber quando se deve ou não perdoar, evitando incorrer no grave erro de perdoar quem não o merece, ou não perdoar quem o merecia.

Nesse mister, três são os principais aspectos a serem considerados nessa decisão: a gravidade do mal sofrido, a relação existente com o seu perpetrador, e o contexto geral na qual a situação está inserida.

Quanto à gravidade do mal sofrido, é necessário frisar que certos “pecados” são imperdoáveis. Essa é uma avaliação que depende dos valores cultuados pelas pessoas, povos e nações, e variam em função das ações consideradas como inadmissíveis; cujo leque vai desde os crimes contra a humanidade e os considerados hediondos; até no nível pessoal aos atos de traição, por exemplo. Destarte, uma vez cometidos, a condenação é tácita e não há qualquer possibilidade de perdão. Esta é a postura adotada pelas pessoas e nações mais fortes e poderosas que, quando vítimas de tais ações, não hesitam com a contrapartida da vingança.

Quando o mal sofrido não se inclui na categoria dos “pecados” imperdoáveis existe a possibilidade real de perdão. Nesse sentido, é crucial ressaltar que todo sofrimento é irreversível e acumulativo no espírito, causando um desgaste progressivo nas relações humanas. Consequentemente, a capacidade de perdoar do ser humano tem limites e, a cada perdão, a sobrevivência da relação entre as partes fica comprometida, numa verdadeira contagem regressiva de sua vida útil. Portanto, é importante saber que cada perdão pode ser o último.

A relação existente com perpetrador do mal sofrido consiste no tipo do relacionamento afetivo existente com a pessoa ofendida. Significa saber a natureza do sentimento entre ambos, no variado espectro que vai da amabilidade ao antagonismo, em seus variados graus de intensidade. Basicamente, isso pode ser entendido como que enquadrando as pessoas em duas categorias: amigos (pessoas amadas), ou inimigos (pessoas odiadas). Destarte, quanto maior for o sentimento de amabilidade entre as partes maior será a possibilidade do perdão; e quanto maior for o sentimento de antagonismo menor será essa possibilidade.  Todavia, isso não significa que as pessoas amadas devem ser sempre perdoadas e as odiadas não. Porque há situações em que deve se dar exatamente o contrário.

O contexto geral na qual a situação está inserida consiste em, norteando-se pela racionalidade, ter a exata e profunda compreensão sobre o a realidade em questão, dentro dos mais nobres propósitos afetivos e ético-morais. Significa saber identificar, no contexto do mal sofrido, a eventualidade da existência de uma grande causa que justifique dedicar-se e lutar pelo seu êxito, superando óbices e adversidades e relevando o prejuízo pessoal eventualmente causado por outrem. Esse é o contexto em que, por exemplo, se perdoam ou não: amigos em prol da amizade, amantes em prol do amor, familiares em prol da família, criminosos em prol da justiça, e inimigos em prol da vitória.

Portanto, a Inteligência do perdão é a capacidade de investir e sacrificar-se em prol de algo maior, pelo qual valha à pena lutar, seja pela harmonia de um relacionamento pessoal ou familiar, seja pela construção de um projeto social, político, ou de um país, seja pela destruição de inimigos. Ela é apanágio das pessoas nobres de caráter, que têm a coragem de tomar essa difícil decisão, e cuja conduta pessoal exemplar lhes concede a sabedoria de, mesmo sendo a parte ofendida, ter a nobreza de, em prol de um bem maior, pedir perdão ao seu algoz, embora saiba que deveria ser o contrário.
 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

A gestão do conhecimento de inteligência e as respectivas práticas operacionais no combate e prevenção a produção de drogas de desenho



A gestão do conhecimento de inteligência e as respectivas práticas operacionais no combate e prevenção a produção de drogas de desenho (designer drugs).
Aline Vieira Azenha1

Exigência parcial para conclusão da disciplina: Gestão do Conhecimento e Práticas Operacionais da pós-graduação: Especialização em Polícia Judiciária e Sistemas de Justiça Criminal, sob regência do professor Ms. Robinson Fernandes.

RESUMO
Drogas de desenho ou novas substâncias psicoativas são substâncias criadas a partir de modificações na estrutura molecular de substâncias psicoativas conhecidas e ilegais como meio de burlar a lei ou fármacos criados que não puderam ser utilizados por apresentarem efeitos adversos e então passaram a ser utilizados como drogas de abuso. Consideramos como a atividade de inteligência atua, e sugerimos uma forma de prevenção da produção dessas drogas.

Palavras chaves: Drogas de desenho (designer drugs). Prevenção. Atividade de Inteligência

INTRODUÇÃO
As drogas de desenho, ou como também são conhecidas “designer drugs”, “drogas sintéticas”, “legal highs”, “herbal blends”, sais de banho (“bath salt”), “herbal highs”, ou ainda como utilizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) novas substâncias psicoativas (“New psychoactive substances” (NPS)); são substâncias ou fármacos, criados a partir de modificações na estrutura molecular de substâncias psicoativas previamente conhecidas e utilizadas como drogas de abuso ou ainda criadas com objetivos terapêuticos, porém, que causam efeitos adversos impossibilitando seu uso2.
Um primeiro exemplo a ser citado é ecstasy (MDMA ou metilena-dioxi-meta-anfetamina) que foi uma droga criada em um laboratório com a finalidade de ser um inibidor de apetite, porém no começo do seu uso em tratamentos psiquiátricos foram relatados casos de alteração de consciência seu uso terapêutico foi proibido e a partir disto passou a ser utilizada como droga de abuso3.
Outros exemplos são os canabinóides sintéticos: neste caso, há muitos anos já se sabe que o principal metabólito presente na maconha (cientificamente conhecida como Cannabis sativa, de onde vem o nome de canabinóides) é o Δ9-Tetra-hidrocanabinol (Δ9-THC) e como resultados de investigações laboratoriais para manter apenas sua função terapêutica, comprovada cientificamente, ou apenas e simplesmente com o intuito de burlar a lei, foram sintetizados vários análogos do Δ9-THC como: dronabinol, ciclo-hexifenol, JWH-018, HU-210, entre outros, sendo que alguns já estão entre as listas de controle internacional2,4.
 
Figura 1: Estrutura molecular de alguns exemplos de canabinóides sintéticos. (A) Δ9-THC; (B) HU-210 e (C) JWH-0182,4.

A ONU dividiu essas novas drogas vendidas no mercado em sete categorias (em 2012): canabinóides sintéticos, catinonas sintéticas, cetaminas, fenetilaminas, piperazinas, substâncias a base de plantas e outras substâncias2.
Essas drogas são sintetizadas há mais de quatro décadas, porém seus métodos de produção, seus processos e sua química propriamente dita vêm sendo aprimorados o que ocasiona uma produção mais rápida e em maiores quantidades tornando uma grande preocupação em todo o mundo, principalmente por não conhecermos os efeitos adversos de todas elas.
Segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (United Nations Office on Drugs and Crime - UNODC) em 2011 só na Europa foram relatadas mais de 49 novas substâncias psicoativas, e não há um número disponível em nível global por falta de um sistema de alerta precoce para essas substâncias5.
Atualmente existe uma única rede internacional de laboratórios que participam de testes e apresentam semestralmente um relatório citando as novas drogas encontradas e analisadas, e o programa global: Monitoramento de Sintéticos: Análises, Relatórios e Tendências (SMART) que tenta identificar as novas tendências no mundo das drogas sintéticas em mudança constante6.
Dito isso, vemos a necessidade de nos anteciparmos aos produtores desse novo modelo de drogas para controle das mesmas, e é neste ponto que introduzimos a atividade de inteligência prevenindo a fabricação, tráfico e abuso destas substâncias.
A atividade de inteligência tem como objetivo produzir conhecimento para produção de relatórios que sirvam de base para tomadas de decisões ou para atuações repressivas, que para interesse deste artigo seria para atuação repressiva na produção das drogas de desenho7.
Essa produção é realizada através de medidas adotadas metodologicamente para coletar dados negados ou elementos indisponíveis necessários que informem sobre a natureza do crime, locais de produção, métodos utilizados, infratores, entre outros, e dentre as medidas possíveis estão: reconhecimento, recrutamento de colaboradores, infiltrações, penetrações em ambientes, e a mais importante de todas, a integração entre os órgãos de inteligência7,8.

DESENVOLVIMENTO
É de conhecimento geral que os produtores destas drogas são grupos, bandos, associações, quadrilhas, de no mínimo 4 pessoas, com objetivo de cometer infrações penais, estruturados e organizados, que em sua maioria tem como objetivo principal arrecadar dinheiro. Algumas, as mais organizadas, possuem assessoria jurídica, membros infiltrados nos departamentos do estado, entre outros8.
Então para conseguirmos realizar operações de inteligência precisamos que nossos órgãos sejam tão organizados quanto. Antes de realizar as operações é preciso planejamento. Definindo especificamente o ponto de interesse, quais serão os orquestradores do plano, como ele será compartimentalizado, etc.
A partir disso inicia-se a produção do conhecimento, que terá informes, relatórios, estimativas e informações coletadas. E então entrará a análise desse conhecimento para finalizar com uma ação coercitiva.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Considerando a falta de informações relacionadas á produção das designers drugs o primeiro passo para prevenir sua produção seriam operações de inteligência que revelassem como, quando, quais reagentes serão necessários.
Um dos meios de obter essas informações seria através de estudos acadêmicos sobre as substâncias que servem de molde para as novas drogas.
No caso da cocaína em pó, sabe-se que nessa forma estão presentes o cloridrato, e os adulterantes, mas o principio ativo nesta droga é o cloridrato. Pesquisar como ele atua no organismo ajuda a identificar qual parte da molécula do cloridrato é a que produz o efeito “desejado” da droga e então qual parte da molécula deve se manter intacta ou quais moléculas causariam o mesmo efeito, por conter elementos que reagem da mesma forma ou no mesmo “lugar” (receptor).
Esse tipo de estudo é realizado por universidades ou empresas farmacêuticas com o intuito de produzir fármacos, sem estes efeitos e que mantenham algum efeito terapêutico.
Integrar as empresas e universidades que produzem esse conhecimento com as agências de inteligência, ou ainda solicitar pesquisas nessas áreas aos departamentos do Estado ou não, seria o passo inicial a antecipação dos produtores, que possuem “pesquisadores” na área.
Assim, conseguiríamos informações como futuras possíveis novas drogas, métodos possíveis de análise, reagentes necessários para suas produções, e outras informações complementares que iniciaria um processo mais efetivo na prevenção da produção dessas drogas emergentes que têm se tornado tendência e constituem risco para saúde pública.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
2. UNODC. The challenge of new psychoactive substances: A report from the Global SMART Program. 2013. Disponível em http://www.unodc.org/documents/scientific/NPS_Report.pdf. Acessado em 05 mai 2014.
3. HENRIQUES, Susana. Risco cultivado no consumo de novas drogas. Sociologia, Problemas e Práticas,  Oeiras,  n. 40, set.  2002 .  
4. ALVES, Audrei de Oliveira; SPANIOL, Bárbara; LINDEN, Rafael. Canabinoides sintéticos: drogas de abuso emergentes. Rev. psiquiatr. clín.,  São Paulo ,  v. 39,  no 4,   2012.

5. UNODC. JIFE: aumentan lãs drogas de diseño de manera incontrolable.

 (FrontPage). [S.l.] 02 mar 2011.
6. UNODC. (2012) Tracking designer drugs, legal highs and bath salts. [Online]. Disponível em:  http://www.unodc.org/unodc/en/frontpage/2012/November/tracking-designer-  drugs-legal-highs-and-bath-salts.html?ref=fs1 Acessado: 5 mai 2014.
7. FERNANDES, Robinson. Análise de inteligência e o enfrentamento da criminalidade organizada. 2007. 70p. Dissertação – Academia de polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra”, São Paulo, 2007.
8. PINHEIRO JUNIOR, Humberto. Necessária integração entre os órgãos de inteligência.  Revista Eletrônica sobre Inteligência Policial da Comunidade de Inteligência Policial Civil do Estado de São Paulo. São Paulo. Ano 2.no 2. p 21-24. Abr 2010.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Os "agentes secretos" do Brasil

Os "agentes secretos" do Brasil








A primeira verdade sobre agentes secretos é que eles existem de fato, conquanto sejam desconhecidos. A segunda é que são pessoas especialíssimas, em todos os sentidos. E a terceira verdade é que o Brasil não possui agentes secretos em seus serviços de inteligência. Todavia, a sociedade brasileira é vítima da desinformação produzida pelas agências de inteligência nacionais sobre essa realidade, criada para encobrir a verdade inconveniente sobre a ineficiência desses organismos, especialmente da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).

Assim, a primeira mentira sobre agentes secretos é a afirmação de que eles não correspondem à figura espetacular do “007 - James Bond”, o agente secreto mais conhecido dos filmes de espionagem. Desta forma, nossas agências de inteligência vendem a falsa ideia de que o perfil dos melhores agentes operacionais é o de pessoas comuns, desprovidas de dotes e atributos excepcionais, cuja mediocridade os fazem passar despercebidamente. Ledo engano acreditar nisso, pois o perfil do verdadeiro e autêntico agente secreto incorpora integralmente todos os atributos do personagem “007- James Bond”, bem como de suas parceiras agentes secretas. Pois, vale lembrar que as mulheres também estão incluídas nesse seleto universo.

Portanto, ao contrário do discurso oficial, o perfil do verdadeiro e autêntico agente secreto é aquele que confere ao seu detentor plenas condições de atuar sozinho, cumprir todo tipo de missão e não deixar vestígios. Para isso, deverá possuir excelente condição física, de tiro e defesa pessoal; suportar o estresse, a fadiga física e mental; operar por longos e ininterruptos períodos; suportar restrições de sono e alimentação; e combater. Verifica-se, assim, que a realidade adversa e hostil de atuação dos agentes secretos exige-lhes capacidade de enfrentamento de situações-limite; nas quais, se destituídos dos padrões de desempenho operacional elevados, certamente sucumbirão.

A segunda mentira sobre agentes secretos é a de que eles são forjados nos serviços de inteligência. Essa perfídia plantada no seio da sociedade tem enganado e iludido milhares de jovens brasileiros, homens e mulheres, incitados ao concurso público para ingresso na ABIN, esperançosos de que irão construir e viver uma carreira profissional de agentes secretos. Ledo engano acreditar nisso também. Porque, pasmem, o Brasil não possui agentes secretos na ABIN, nem nos demais serviços de inteligência. Porém, infelizmente, o que existe no país é uma legião de arapongas e agentes clandestinos, os quais são muitas vezes forjados nessas organizações.

É exatamente por isso que o Brasil é alvo fácil dos serviços secretos estrangeiros e organizações criminosas, inclusive terroristas, que atuam livremente no país; e vítima de seus próprios serviços de inteligência. Nesse mister, vale ressaltar o festival de clandestinidades cometidas pela ABIN na Operação Satiagraha, em 2008, misteriosamente nunca apuradas, e que constitui um dos mais escabrosos atentados contra o estado cometidos por serviços de inteligência da história contemporânea mundial.

Esse diletantismo que impera na ABIN e no Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN) contamina a mentalidade dos seus integrantes, que por vezes se consideram agentes secretos pelo simples fato de integrarem essas organizações. Esse é outro terrível e perigoso engano, visto que dirigentes e integrantes de serviços de Inteligência não são agentes secretos. Eles são unicamente servidores públicos, exatamente iguais a todos os demais honrados servidores públicos do estado brasileiro. E nessa condição, nunca serão agentes secretos.

Onde estão os agentes secretos? Essa é a resposta que serviços de inteligência buscam encontrar. Porque, como essas organizações não os forjam, tentam desesperadamente recrutá-los. Todavia, agentes secretos são pessoas especialíssimas, livres, independentes e autônomas. Agentes secretos têm vida própria, pensam e agem por si, atuam sozinhos, e quando servem ao seu país o fazem incondicionalmente, lutando contra os inimigos do estado, muitos dos quais estão em nossas agências de inteligência. Pois, estas são organizações extremamente vulneráveis à corrupção.

Portanto, a melhor garantia que há em integrar os quadros da ABIN e dos serviços de inteligência nacionais é a de se tornar um excelente servidor público burocrata. Porque agentes secretos existem. Mas, estes, “desacontecem”.



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domingo, 6 de abril de 2014

Livro MULHER OPERACIONAL - O perfil da mulher Agente Secreto

Lançamento, em breve, do livro "MULHER OPERACIONAL - O perfil da mulher Agente Secreto", que é o perfil da mulher Agente Secreto, cuja doutrina foi desenvolvida por André Soares, Diretor-Presidente de Inteligência Operacional, na formação de mulheres agentes secretos, as quais se equiparam aos melhores níveis de desempenho operacional.
Mulher Operacional representa o ápice da feminilidade e da liderança, constituindo aprendizado inestimável para as mulheres bem-sucedidas.

Ouse se tornar uma delas.




domingo, 23 de março de 2014