quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Palestra "Segurança Institucional" – gratuita


http://www.inteligenciaoperacional.com
A Palestra "Segurança Institucional" será realizada gratuitamente por Inteligência Operacional, na cidade de Brasília/DF, em 01/03/2013


Faça sua solicitação de inscrição e veja demais informações no site em

http://inteligenciaoperacional.com/index.php?option=com_content&view=article&id=358&Itemid=478

Localização: Biblioteca Nacional de Brasília

Palestra "Os novos desafios da Inteligência" – gratuita

Palestra "Os novos desafios da Inteligência" – gratuita


A Palestra "Os novos desafios da Inteligência de Estado no Brasil" será realizada gratuitamente por Inteligência Operacional, na cidade de Brasília/DF, em 01/03/2013


Faça sua solicitação de inscrição e veja demais informações no site em

http://inteligenciaoperacional.com/index.php?option=com_content&view=article&id=358&Itemid=478

Localização: Biblioteca Nacional de Brasília

Curso "Operações de Inteligência" - gratuito

Curso "Operações de Inteligência" - gratuito

O Curso "Operações de Inteligência em Inteligência de Estado - Avançado" será realizado gratuitamente por Inteligência Operacional, na cidade de Brasília/DF, em 28/02/2013


Faça sua solicitação de inscrição e veja demais informações no site em

http://inteligenciaoperacional.com/index.php?option=com_content&view=article&id=358&Itemid=478

Localização: Biblioteca Nacional de Brasília

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

EVENTOS INTELIGÊNCIA OPERACIONAL 2013 - Brasília/DF

 

"CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ"
Gratuitos

Data: 28/02/2013
  • Curso "Operações de Inteligência em Inteligência de Estado - Avançado" 
Data: 01/03/2013
  • Palestra "Os novos desafios da Inteligência de Estado no Brasil" 
  • Palestra "Segurança Institucional" 

Curso "Operações de Inteligência em Inteligência de Estado - Avançado" (gratuito)
VAGAS LIMITADAS
(inscrições abertas)
Informações sobre o curso: (clique aqui)
Data: 28 de fevereiro de 2013
Carga horária: 08 horas/aula
Localização: Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) (endereço: SCTS Lt. 02; Ed. Biblioteca Nacional; Brasília/DF; CEP: 70070 - 150)
Está incluído:
  • Curso (EAD) A Tríade da Inteligência - online
  • Livro Operações de Inteligência em Inteligência de Estado
  • Livro A Tríade da Inteligência;
  • Revista Inteligência Operacional nr. 1;
  • Revista Inteligência Operacional nr. 2
  • Revista Inteligência Operacional nr.3
Inscrição - requisito  
  • Possuir curso superior completo (concluído)
(Enviar à Inteligência Operacional, via email contato@inteligenciaoperacional.com, a seguinte documentação, digitalizada - frente e verso)
  • carteira de identidade, ou carteira de motorista (com foto);
  • cadastro e pessoa física (CPF);
  • Certificado de conclusão do ensino superior
Prioridade para inscrição - número de candidatos superior ao de vagas (critérios de seleção) 
  1. Possuir o "Curso Operações de Inteligência em Inteligência de Estado - online"
  2. Ter adquirido o Livro "Operações de Inteligência - Aspectos do emprego das operações sigilosas no estado democrático de direito"
  3. Possuir "Curso Avançado" de Inteligência Operacional
  4. Maior idade
Divulgação da relação dos alunos inscritos 
  1. Até 25/02/2013 - os alunos serão contatados diretamente por Inteligência Operacional informando a confirmação da inscrição no curso

Faça sua inscrição


Este curso é aberto a público específico, cuja seleção é da competência exclusiva de Inteligência Operacional, conforme prescrito nas "Condições para inscrição, realização dos cursos e treinamentos de Inteligência Operacional e concessão de certificado".
Condições para inscrição, realização do curso e concessão de certificado.
  1. Inteligência Operacional reserva-se o direito de restringir e negar a inscrição em seus cursos e treinamentos.
  2. O concludente dos cursos e treinamentos de Inteligência Operacional compromete-se ao exercício e emprego da atividade de Inteligência, rigorosamente sob a égide da “Tríade da Inteligência”.
  3. Inteligência Operacional reserva-se o direito de cancelar e cassar o(s) certificado(s) de conclusão de curso(s) e treinamento(s) de Inteligência Operacional, concedido(s) aquele que, a qualquer tempo, situação, ou circunstância, violar o contido no item anterior. 

Palestra "Os novos desafios da Inteligência de Estado no Brasil" 
(gratuita) 

Faça sua inscrição


Critério para inscrição 
  1. Ordem de inscrição, até o limite da capacidade prevista
Divulgação da relação dos inscritos 
  1. Até 25/02/2013 - os inscritos serão contatados diretamente por Inteligência Operacional informando a confirmação da inscrição na palestra
 
Conteúdo da palestra: (visite e conheça todos os contéudos da palestra)

Data: 01 de março de 2013
Horário: 10:00 às 11:30 horas 
Localização: Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) (endereço: SCTS Lt. 02; Ed. Biblioteca Nacional; Brasília/DF; CEP: 70070 - 150)
 
 
Os participantes receberão gratuitamente:
1) Certificação de participação nominal, expedido por Inteligência Operacional
2) Curso A Tríade da Inteligência - online;
3) Livro A Tríade da Inteligência;
4) Revista Inteligência Operacional nr. 1;
5) Revista Inteligência Operacional nr. 2.
6) Revista Inteligência Operacional nr. 3.


Palestra "Segurança Institucional" 
(gratuita)

Faça sua inscrição


 
Critério para inscrição 
  1. Ordem de inscrição, até o limite da capacidade prevista
Divulgação da relação dos inscritos 
  1. Até 25/02/2013 - os inscritos serão contatados diretamente por Inteligência Operacional informando a confirmação da inscrição na palestra


 
Conteúdo da palestra: (visite e conheça todos os contéudos da palestra)

Data: 01 de março de 2013
Horário: 15:00 às 16:30 horas 
Localização: Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) (endereço: SCTS Lt. 02; Ed. Biblioteca Nacional; Brasília/DF; CEP: 70070 - 150)
Artigo de André Soares: "Segurança Institucional"

 
Os participantes receberão gratuitamente:
1) Certificação de participação nominal, expedido por Inteligência Operacional
2) Curso A Tríade da Inteligência - online;
3) Livro A Tríade da Inteligência;
4) Revista Inteligência Operacional nr. 1;
5) Revista Inteligência Operacional nr. 2.
6) Revista Inteligência Operacional nr. 3.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A ABIN e a Operação "Satiagraha"

Artigo de André Soares - 25/12/2012

Servidores da Agência Brasileira de Inteligência afirmam que há uma tentativa de militarização da atividade (Ed Alves/CB/D.A Press - 20/9/12)




As clandestinidades patrocinadas pela Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) na Operação “Satiagraha” constituem um dos mais escabrosos atentados da história contemporânea cometidos por serviços de inteligência contra o próprio estado. Lembremos que a Operação “Satiagraha” foi deflagrada em 2008 e sob o comando do então delegado Protógenes Queiroz foi uma das mais polêmicas ações da Polícia Federal (PF). Porquanto essa operação foi contaminada pela ilegalidade na produção de provas contra os investigados, especialmente a partir da participação clandestina da ABIN, que empregou ilegalmente meios operacionais, verba sigilosa (VS) e quase uma centena de seus agentes. Condenada em 2011 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a participação da ABIN na “Satiagraha” será julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Portanto, após o julgamento do “Mensalão”, o próximo desafio da mais alta corte do país será combater o desvirtuamento institucional que governa o principal serviço secreto nacional.
“Jamais presenciei, eminentes Ministros, ao defrontar-me com um processo, tamanho descalabro e desrespeito a normas constitucionais intransponíveis e a preceitos legais" é a manifestação literal do Exmo Sr Ministro Adilson Vieira Macabu no Habeas Corpus Nº 149.250 – SP a respeito das ilicitudes da ABIN na “Satiagraha”. Compreende-se entãoporque a agência goza de péssima reputação no círculo da comunidade internacional dos serviços de inteligência, que execra esse seu “modus operandi”. Não por acaso, isso nos foialardeado por Carlos Costa, chefe do FBI no Brasil por quatro anos, que sentenciou publicamente: “...a ABIN é uma agência de inteligência que se prostitui...”.
A verdade é que nossos governantes ressuscitaram no Brasil a degenerescência do Serviço Nacional de Informações (SNI), criando a ABIN, pela Lei 9883, de 07 de dezembro de 1999, como órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), entregando o seu comando a uma inescrupulosa “comunidade de inteligência”. Inevitavelmente, sua história se caracteriza por uma sucessão de crises institucionais, que demandaram a exoneração de todos os seus diretores-gerais, envolvidos em obscuridades nunca apuradas. É nesse contexto que a “inexplicável” exoneração do diretor-geral Márcio Paulo Buzanelli é uma das verdades proibidas mais ultra-secretas da agência.
Destaca-se que a descoberta das ilicitudes da ABIN na “Satiagraha” se deu por mero acaso e não pela eficiência dos órgãos responsáveis pelo controle da atividade de inteligência no país, como a Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional (CCAI), os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o Ministério Público, os Tribunais de Contas, a Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e a Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET). Por sua gravidade, o então presidente Luís Inácio Lula da Silva não hesitou em exonerar toda a cúpula da ABIN. E as investigações realizadas produziram provas robustas no relatório do Inquérito Policial (2-4447/2008–SR/DPF/SP, de 24/07/08) do Delegado da PF Amaro Vieira Ferreira, e na CPI das interceptações telefônicas presidida pelo Deputado Federal Marcelo Itagiba.
Em seus desdobramentos, o delegado Protógenes Queiroz foi demitido da PF e condenado pela Justiça Federal, aguardando julgamento de recurso no STF, por ter foro privilegiado, em razão de sua eleição como deputado federal, na esteira dos votos do palhaço “Tiririca”, de mesma coligação partidária. Contudo, causa perplexidade nacional a absoluta impunidade governamental em relação à ABIN. Pois, a despeito do inaceitável vilipêndio constitucional perpetrado por seus dirigentes na “Satiagraha”, os mesmos permanecem incólumes ao estado de direito vigente.
O julgamento pelo STF da participação da ABIN na Operação “Satiagraha” é momento histórico que definirá o futuro da Inteligência de Estado no Brasil. Que a decisão da suprema corte seja mais um magnânimo exemplo a inaugurar no país o ensejo de uma Inteligência nacional eficiente, comprometida com ditames constitucionais e com o estado democrático de direito. Caso contrário, abrir-se-á precedente irreversível, vitimando a sociedade à ameaça de serviços secretos desvirtuados, a exemplo da Operação “Satiagraha”; e fomentando atentados ao estado e à soberania nacional, como a explosão do foguete brasileiro VLS-1, no Centro de Lançamento de Alcântara/MA, em 2003, que além dos incalculáveis prejuízos, assassinou impunemente 21 cidadãos brasileiros. E que Deus nos proteja!
 

 
“A Inteligência é um apanágio dos nobres. Confiada a outros, desmorona".
(Coronel Walther Nicolai - 1873/1934 - Chefe do Serviço de Inteligência do Chanceler Bismarck)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ABIN, ou ORCRIM?

Artigo de André Soares - 05/10/2012

Servidores da Agência Brasileira de Inteligência afirmam que há uma tentativa de militarização da atividade (Ed Alves/CB/D.A Press - 20/9/12)



A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) não é a única instituição ineficiente do país. Contudo, no âmbito dessa obscura organização, a verdade inconteste é que a sua ineficiência além de ser notória é também criminosa. Nesse contexto, o recente escândalo envolvendo um de seus oficiais de inteligência que espionava a própria a ABIN e "hackeou" centenas de senhas internas sobre assuntos sigilosos, constitui mais uma dentre as inúmeras de suas crises que vieram a público, resultantes da incompetência e diletantismo irresponsável de seus dirigentes. O que acontece na ABIN? Ninguém sabe. Nem os governantes do país. Isso porque os poderes executivo, legislativo e judiciário, bem como o ministério público, efetivamente não a controlam nem fiscalizam. Por essa razão, a ABIN é uma caixa-preta invencível, da qual nossos governantes tornaram-se reféns, temerosos de sua perigosa instabilidade que resulta da fúria retaliadora que inspira a “comunidade de inteligência” que a governa.
“Não imaginei que havia criado um monstro” foram as célebres palavras de arrependimento proferidas pelo General Golbery do Couto e Silva, ante ao desvirtuamento do Serviço Nacional de Informações (SNI), criado pela lei 4.341, de 13 de junho de 1964, do qual foi um dos principais idealizadores, e que foi extinto no governo Fernando Collor de Melo. Como o presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) não se afastou dos erros passados ressuscitou no Brasil o fantasma do antigo SNI, criando a ABIN, pela Lei 9.883, de 7 de dezembro de 1999, como órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), entregando seu poder avassalador aos auspícios da “comunidade de inteligência” desempregada.
Evidentemente, não tardou para que o presidente Fernando Henrique sofresse em seu próprio governo com a primeira crise da ABIN, que culminou com a exoneração do seu primeiro diretor-geral. Infelicidade maior teve o presidente Luís Inácio Lula da Silva, recebendo esse explosivo legado do seu antecessor. Pois, ao longo de sua curta existência, a ABIN coleciona uma sucessão de crises institucionais, cujas sérias conseqüências ao país implicaram a exoneração sumária de todos os seus diretores-gerais, envolvidos em clandestinidades inexplicavelmente não apuradas. A última revelou à sociedade a pior crise de inteligência de nossa história, desvelada no festival de clandestinidades acobertadas pela ABIN, na Operação “Satiagraha”, em 2008, que levou o então presidente Lula a afastar imediatamente o diretor-geral e toda a cúpula da agência. A verdade é que essa atuação criminosa da ABIN constitui um dos mais graves atentados contra o estado, cometidos por serviços de inteligência da história contemporânea.
É motivo de indignação nacional a cumplicidade governamental com o obscurantismo desse ineficiente serviço secreto, vilipendiando o estado democrático de direito vigente. Caso contrário, revelar-se-á que a ABIN é protagonista de ações contra o próprio estado brasileiro, as quais são execradas pela cultura universal dos serviços secretos. A promiscuidade do desvirtuamento da agência é hospedeiro de serviços secretos estrangeiros e organizações criminosas (ORCRIM), que nela encontram terreno fértil para suas ações de espionagem, infiltração, cooptação, recrutamento, agentes duplos e corrupção generalizada. Por seus atos, os dirigentes da ABIN seriam exemplarmente punidos nas principais potências mundiais, condenados à prisão perpétua ou à pena capital, caso integrassem seus respectivos serviços de inteligência. Compreende-se então porque a ABIN goza de péssima reputação no círculo da comunidade internacional dos serviços de inteligência, diferentemente do SNI que alcançou reconhecimento internacional por sua excelência. Entretanto, essa inadmissível e vergonhosa realidade foi escancarada veementemente ao país por Carlos Costa, chefe do FBI no Brasil por quatro anos, que sentenciou publicamente: “...a ABIN é uma agência de inteligência que se prostitui...”.
A verdade histórica é que serviços de inteligência inexoravelmente se degeneram em ORCRIM quando se divorciam da doutrina da “Tríade da Inteligência” (Sigilo, Legalidade e Ética). Todavia, nossos governantes persistem em recrudescer erros históricos, fomentando a metástase institucional da ABIN, que fere de morte os princípios constitucionais em que se edifica o estado brasileiro. Contudo, parafraseando analogamente a máxima do brilhante filósofo Maquiavel: “cada povo tem a inteligência que merece”.

 
“A Inteligência é um apanágio dos nobres. Confiada a outros, desmorona".
(Coronel Walther Nicolai - 1873/1934 - Chefe do Serviço de Inteligência do Chanceler Bismarck)