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Inteligência Operacional é uma empresa criada por André Soares que é o seu Diretor-presidente. É pioneira no país na formulação e emprego de doutrina de Inteligência própria, consolidada oficialmente em suas obras publicadas, visando ao aperfeiçoamento da cidadania e do Estado Democrático de Direito no Brasil, em obediência aos princípios constitucionais, por parte das pessoas, organizações e instituições públicas que exerçam a Inteligência de Estado.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

"A Inteligência do casamento V - O perfil do homem ideal"

Artigo de André Soares - 04/12/2017


Ao reiterar veementemente a verdade inconteste que “casamentos não dão certo, nem mesmo por amor”, não significa, em hipótese alguma, que este autor esteja fazendo apologia contra o casamento. Absolutamente! Até porque outra das verdades inexoráveis sobre o casamento, que também venho alardeando, é que “casamentos são inevitáveis”. Contudo, a absoluta maioria das pessoas, principalmente as mulheres, persiste no grave erro de fugir da realidade dos fatos, que comprovam inquestionavelmente que o fracasso é a regra geral em cerca de 95% dos casamentos, se autoenganando que o seu casamento será bem-sucedido, quando também incorrem nas mesmas falhas dos casamentos fracassados. Nesse sentido, muitos são os erros e equívocos cometidos por homens e mulheres que levam ao insucesso no casamento. E aqui vou destacar um gravíssimo deles, que é cometido exclusivamente pelas mulheres. Trata-se do perfil do homem ideal, cujo modelo é universalmente idealizado pelas mulheres na atualidade.

O perfil do homem ideal, universalmente idealizado e desejado pela equivocada mentalidade feminina dos dias atuais, pode ser sintetizado no principal “clichê” que é o preferido das próprias mulheres: “Eu quero um homem que me SURPREENDA! SEMPRE!”

Segundo as mulheres, isso pode se dar até mesmo nos pequenos detalhes do cotidiano. Mas, a regra fundamental é ela ser surpreendida SEMPRE, inclusive no sexo. Aliás, quanto ao sexo, vale destacar que o casamento acaba quando acaba o sexo. Ponto final. Mas, isso não significa que o casamento acaba quando os casais deixam de transar. Significa que o casamento acabou quando acabou o sexo prazeroso. E o sexo prazeroso no casamento sempre acaba muito antes de se findarem as relações sexuais entre os cônjuges; que normalmente prosseguem ainda por bastante tempo, numa interminável “tortura” para ambos.

E como surpreender sexualmente uma mulher no casamento?
Resposta: Em síntese, significa fazer de tudo, e sempre de formas diferentes. Afinal, se não for assim ela não será surpreendida SEMPRE, não é mesmo? Mas tem um importante detalhe sexual: “fazer de tudo” para as mulheres no casamento significa fazer tudo o que ela gosta; conquanto isso não signifique que necessariamente a recíproca será igualmente verdadeira para os homens. E que isso fique bem claro.

E quais são os outros atributos do modelo universal do perfil do homem ideal, idealizado pelas mulheres contemporâneas?
Resposta: Infindáveis. É isso mesmo! A relação de atributos do perfil do homem ideal das mulheres não tem fim. Mas, podem ser todos eles definidos e compreendidos pela “Teoria Paradoxal Feminina”, que desvela a complexidade da natureza contraditória da personalidade das mulheres, na qual seu comportamento invarialvemente sempre oscila entre extremos opostos.

Em se tratando do perfil do homem ideal, significa que as mulheres desejam um homem que seja ora de um jeito, ora o seu oposto. Por exemplo: as mulheres querem um homem que seja:
  • Poderoso, mas também sensível;
  • Forte, mas também frágil;
  • Talentoso, mas também desajeitado;
  • Criativo, mas também prático;
  • Viril, mas também um “homem feminino”;
  • De caráter, mas também cafajeste;
  • Inteligente, mas também idiota;
  • Genial, mas também corriqueiro;
E assim por diante...

Todavia, é imperioso destacar ainda que “Teoria Paradoxal Feminina” explica que esse comportamento contraditório das mulheres segue um padrão, de tal forma que quando os homens assumem algum dos atributos do perfil desejado por elas, automaticamente elas mudam para o seu extremo oposto, numa oscilação interminável. Esse fenômeno psicossocial que rege o comportamento feminino hodiernamente é a razão pela qual invariavelmente as mulheres se mostram eternas insatisfeitas, não apenas no casamento, mas com tudo e todos. Não há exceção nem mesmo para as mulheres consideradas bem-sucedidas por terem conseguido se casar e viver às custas de homens-provedores ricos. Estas, em geral, são as que silentemente mais reclamam e odeiam seus maridos.

Portanto, só existe um tipo de homem na face da terra capaz de satisfazer, mesmo que temporariamente, a obsessão que as mulheres têm de serem SUPREENDIDAS: os mágicos. E, mesmo assim, por pouco tempo, enquanto durarem seus truques, é claro! Brincadeiras à parte, a verdade simples e objetiva é que as mulheres do século XXI estão insatisfeitas e reclamando compulsivamente dos homens no casamento, por não encontrarem neles o perfil de homem ideal que foi equivocadamente concebido por elas. Isso porque esse perfil é escancaradamente irreal e impossível. E não apenas porque os homens não são assim. Porque simplesmente não existe ser humano no mundo, homem ou mulher, que assim o seja.

A boa notícia é que, ao contrário do que as próprias mulheres possam imaginar, existe de fato o verdadeiro perfil do homem ideal, capaz de fazer uma mulher feliz, em todos os sentidos, e de viver um casamento e uma vida familiar plena de prosperidade para todos. Os seletivos homens que possuem esse perfil certamente já cruzaram o destino de muitas das insatisfeitas mulheres do século XXI, que indubitavelmente perderam a maior oportunidade de felicidade de suas vidas. Porque acham que sabem escolher um homem de verdade, quando ainda não sabem sequer separ o mundo real da "ilha da fantasia".

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

livro "ENTREVISTA OPERACIONAL - A entrevista da vida real"


 
                     R$ 20,00



O livro "ENTREVISTA OPERACIONAL - A entrevista da vida real" é uma obra inédita, de autoria do Tenente Coronel André Soares (autor do livro "Ex-agente abre a caixa-preta da ABIN"), que desenvolveu essa doutrina para o emprego operacional dos Agentes Secretos, a qual é determinante no cumprimento exitoso de suas perigosas missões sigilosas.
Entrevista Operacional desenvolve em seus protagonistas uma personalidade forte e dominante, atuando em todo e qualquer meio social, demandando um enorme poder de liderança sobre todas as pessoas, no sentido de conduzi-las a comportamentos predeterminados.
Entrevista Operacional pode ser definida como sendo “a entrevista da vida real”, porque pode ser empregada por qualquer pessoa, em qualquer situação ou circunstância, representando o ápice do autoconhecimento e auto-aperfeiçoamento.

Esta obra é de especial interesse
Para todas as pessoas e a sociedade brasileira.
Esta obra é recomendada
Para os governantes e autoridades responsáveis pelo controle e emprego da atividade de Inteligência no país. Aos servidores públicos, como membros do Ministério Público, promotores, magistrados, policiais, militares, delegados, agentes, advogados, psicólogos, gestores públicos, dentre outros.
Esta obra é obrigatória
Para dirigentes, diretores, coordenadores, analistas, operadores e demais integrantes dos sistemas de inteligência do país.
Saiba mais sobre o livro.

livro "LIDERANÇA OPERACIONAL - A liderança dos Agentes Secretos"


           R$ 15,00



O livro "LIDERANÇA OPERACIONAL - A liderança dos Agentes Secretos" é uma obra inédita, de autoria do Tenente Coronel André Soares (autor do livro "Ex-agente abre a caixa-preta da ABIN"), que desenvolveu essa doutrina fundamentada nos conhecimentos que demandam o avassalador poder de liderança dos Agentes Secretos, atuando em todo e qualquer meio social.
Liderança Operacional pode ser empregada por qualquer pessoa, em qualquer situação, ou circunstância da vida real; representando o ápice do autoconhecimento e auto-aperfeiçoamento.
Esta obra é de especial interesse para os governantes, dirigentes e pessoas que exerçam cargos de chefia e liderança.
Esta obra é recomendada a todas as pessoas e à sociedade brasileira.

Esta obra é obrigatória para Agentes Operacionais (agentes secretos) de serviços secretos.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Download gratuito do Livro “MULHER OPERACIONAL - O perfil da mulher Agente Secreto”



Para fazer o download gratuito do Livro “MULHER OPERACIONAL - O perfil da mulher Agente Secreto”, de autoria de André Soares, cadastra-se no site Inteligência Operacional, no menu LOGIN (aba à direita do site), em http://www.inteligenciaoperacional.com/


quinta-feira, 29 de junho de 2017

A caixa-preta da ABIN e o STF



A caixa-preta da ABIN e o STF
Artigo de André Soares 29/06/2017
 

A recente denúncia da revista VEJA sobre o emprego da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) pelo governo Temer, para investigar o ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava-jato; que foi veementemente condenada pela presidente do STF ministra Cármen Lúcia, pelo procurador-geral da República (PGR) Rodrigo Janot, bem como por insignes entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a própria Associação dos Servidores da ABIN (ASBIN); traz à baila a recidiva das clandestinidades da invencível caixa-preta da ABIN, notadamente sobre a Suprema Corte do país.

Os desvirtuamentos da ABIN, a exemplo dos protagonizados na Operação “Satiagraha” em 2008, constituem os mais escabrosos atentados da história perpetrados por serviços de inteligência contra o próprio estado. Se cometidos nas principais potências mundiais, seus dirigentes teriam sido condenados à prisão perpétua ou à pena capital. Não por acaso, seus diretores-gerais foram exonerados da função por envolvimento da agência em gravíssimas obscuridades, estranhamente nunca apuradas. Compreende-se então porque a ABIN goza de péssima reputação no âmbito da comunidade internacional dos serviços de inteligência, razão pela qual Carlos Costa, chefe do FBI no Brasil por quatro anos, sentenciou publicamente: “...a ABIN é uma agência de inteligência que se prostitui...”.

Como órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), causa enorme perplexidade a assombrosa ineficiência da ABIN no cumprimento de sua precípua missão institucional, pela sua total incapacidade de antecipar graves ameaças e contingências nacionais, não tendo detectado nem mesmo a monstruosidade dos crimes do “mensalão”, “petrolão” e da operação “Lava-jato”. Consequentemente, a degenerescência da ABIN, aliada ao seu total descontrole por parte do estado, juntamente com a absoluta impunidade de sua cúpula, somada à sua completa ineficiência em defender o país da ação de seus inimigos, são a causa principal do caos de corrupção generalizada que vitima o Brasil na atual conjuntura, dentre outros flagelos.

A verdade é que o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) ressuscitou no Brasil a degenerescência do Serviço Nacional de Informações (SNI), criando a ABIN, pela Lei 9.883, de 7 de dezembro de 1999, com amplos poderes como órgão central do SISBIN, e entregando o seu comando a uma inescrupulosa “comunidade de inteligência”, completamente acima da lei no país. Ou seja: um suicídio pátrio anunciado.

Isso porque, em todo o mundo, os serviços secretos são as instituições mais poderosas e corruptíveis do estado, cujo desvirtuamento é fatídico à nação. É por esse motivo que os países desenvolvidos submetem rigorosamente seus serviços secretos ao estado democrático de direito, exercendo o controle cerrado sobre suas atividades, especialmente as operacionais, e punindo exemplarmente quaisquer desvios e ilicitudes.

No Brasil, ressalta-se que a descoberta de todas as clandestinidades da ABIN decorreu exclusivamente de denúncias da mídia, nunca da eficiência dos órgãos responsáveis pelo controle de suas atividades, como a Comissão de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional (CCAI), os Poderes Executivo e Legislativo, o Ministério Público, os Tribunais de Contas, a Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional, e a Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET).

Destarte, com a caixa-preta da ABIN incólume ao Estado de Direito, nossos governantes se tornaram suas vítimas, principalmente os ministros do STF, como vem sendo denunciado à exaustão e de longa data, tanto pela grande mídia nacional, como pelos próprios ministros da Suprema Corte.

Por que o STF é o principal alvo da arapongagem oficial? Porque a Suprema Corte comanda o único Poder da República que não se desvirtuou ante esse estado de coisas, tendo condenado corajosamente a ABIN, em 2015; a qual já havia sido condenada anteriormente pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2011; cuja hedionda atuação criminosa na “Satiagraha” foi assim descrita pelo Exmo Sr Ministro Adilson Vieira Macabu (Habeas Corpus 149.250 – SP): “Jamais presenciei, eminentes Ministros, ao defrontar-me com um processo, tamanho descalabro e desrespeito a normas constitucionais intransponíveis e a preceitos legais".

Mais estarrecedor é testemunhar no Brasil, país em que até presidentes da república são celeremente denunciados à justiça para apuração de eventuais ilicitudes, que a cúpula da ABIN se regozija em abençoada impunidade por seus crimes na “Satiagraha”, apesar de já condenados no STF, cujos dirigentes responsáveis não foram sequer denunciados.

Portanto, que os ilustres ministros do STF não se deixem enganar. Pois, nesse contexto caótico, a Suprema Corte é a única ameaça institucional no país ao projeto de poder criminoso da “comunidade de inteligência” que governa os serviços secretos no Brasil. Significa que o STF corre risco real muito mais gravoso que a instalação de grampos telefônicos e escutas ambientais em seus gabinetes. Importa dizer, por derradeiro, que não fosse o trágico “acidente” da morte do ministro do STF Teori Zavascki,em janeiro deste ano, dificilmente o eminente relator da Operação Lava-jato escaparia da fúria da “comunidade de inteligência” que o caçava impiedosamente.E que Deus proteja a Suprema Corte!

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Mensagem aos jovens IV - O colapso do Brasil - II

Artigo de André Soares - 04/06/2017

 



Que o Brasil é um país escabrosamente corrupto, só a sociedade brasileira finge desconhecer. Afinal, como é notório: “o pior cego é aquele que não quer ver”. E, mesmo agora, quando a comunidade internacional se estarrece ante ao Brasil protagonizando o maior escândalo de corrupção mundial, infelizmente a sociedade continua “cega”, não querendo ver a realidade. Qual? Que, ao ponto a que chegamos, o gravíssimo estado de corrupção nacional é irreversível.

O colapso generalizado do estado brasileiro da atual conjuntura, especialmente quanto à corrupção, é absolutamente análogo a uma metástase cancerígena em fase terminal: não tem cura. Teria se a sociedade, a exemplo do paciente consciente e responsável, tivesse iniciado agressiva quimioterapia a esse estado cancerígeno tão logo ele se iniciou. Ou seja, há alguns séculos. Porque verdades sejam ditas: a corrupção endêmica no Brasil vem desde a formação da sua nacionalidade, incorporou-se ao seu DNA e racionalizou-se no abjeto orgulho nacional do “jeitinho brasileiro”, razão pelo qual nosso país é alcunhado internacionalmente pelo conhecido rótulo depreciativo: “o Brasil não é um país sério”.

Nesse sentido, importar ressaltar a máxima do grande filósofo que professa sabiamente que “cada povo tem o governo que merece”. Porque outra verdade a ser dita é que o colapso de corrupção nacional não é culpa dos governantes, políticos e empresários, mas sim o reflexo cristalino da sociedade brasileira que legitimamente os elegeu e os empoderou. Portanto, o Brasil é um país escabrosamente corrupto porque a sua sociedade assim o é. Exceções há, conquanto sejam raríssimas e inexpressivas, razão pela qual o impacto de suas atuações em âmbito nacional equivale ao combate de câncer com aspirina.

Com efeito, a leviandade estatal está escancaradamente institucionalizada, e graças ao desvirtuamento dos servidores públicos e privados, em todos os níveis, principalmente dos investidos em cargos de comando, direção, ou chefia; seja por participação como corruptores; seja por conivência, cuja omissão ante esse estado de coisas os faz tão corruptos quanto os primeiros.

Como verdades assim são insuportavelmente dolorosas, a reação psicológica imediata da sociedade é a “negação”, se autoenganando com a ilusão de um final feliz. Ou seja: que a atual crise é passageira, que a operação Lava-jato extirpará a corrupção no país, e que brevemente o Brasil será próspero. Ledo engano! Pois, assim como na metástase terminal, na qual ocorrem breves períodos de aparente melhora do paciente, o seu agravamento e óbito são inexoráveis.

E os fatos falam por si. Afinal, a operação Lava-jato, que se esperava célere e instaurada para apurar especificamente os crimes do “Petrolão”, já comemora três anos, com a incrível média ao longo desse período de no mínimo um escândalo nacional por semana, extrapolando em graves e intermináveis desdobramentos de investigação nas mais ingentes instituições do setor público e privado; com o envolvimento direto de sucessivos presidentes da república, numa avassaladora demanda criminosa que vai muito além da deficiente e também corrupta capacidade de investigação estatal.

Aí está a “metástase” terminal do Brasil, cujo óbito se dará por “falência múltipla dos órgãos”. E ainda mais doloroso é saber que o país poderia ter evitado a sua tragédia. Portanto, enquanto o Brasil tiver uma sociedade medíocre e corrupta, terá falecido o seu projeto de um país ordeiro e próspero, destinado a ladear junto às principais potências mundiais, tal qual tremula em nossa bandeira nacional. O que restará? O Brasil da atual conjuntura: um país agonizante, à espera de salvadores da pátria. Ou, como bem disse Bertolt Brecht: “Infeliz a nação que precisa de heróis!”.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

A Lealdade


Artigo de André Soares 26/05/2017



Todo cidadão ao incorporar às fileiras das forças armadas, em cerimônia solene perante a bandeira nacional, jura lealdade à pátria, de viva voz, em alto e bom som, prometendo defendê-la com o sacrifício da própria vida. Aliás, seria de bom alvitre que esse juramento fosse estendido inclusive a todos os cidadãos, homens e mulheres. Porque a defesa da pátria é dever de todos, não apenas dos militares. De toda forma, todas as pessoas, de alguma maneira, ao longo de suas vidas, juram lealdade a alguém ou alguma coisa: seja a uma ideologia, entidade, profissão, cônjuge, amigo, amante, religião, e indubitavelmente a maioria das pessoas jura lealdade a Deus. Mas, em absolutamente todos os casos, para a avassaladora maioria das pessoas, isso não é verdade.

Perguntar-se-ia, então: Onde encontraríamos um perfeito exemplo de lealdade?
Certamente o mundo cristão bradaria em uníssono: “Na história bíblica de Abrahão que, a mando do Senhor, se predispôs a matar o próprio filho para provar seu juramento de lealdade a Deus”. Todavia, ao contrário, esse é um exemplo de deslealdade. Tanto por parte de Abrahão, quanto de Deus. Isso porque se Abrahão demonstrou sua lealdade a Deus, por outro lado certamente foi desleal para com seu próprio filho. 
Verdade seja dita:
_ “Quem gostaria de ter um pai desses?”.

No caso do Senhor, a situação é ainda pior e com agravante. Porque, na condição de Deus, foi duplamente desleal: para com Abrahão e principalmente para com o filho dele. 
Verdade seja dita:
_ “Que pai gostaria de ter um Deus que lhe manda matar o próprio filho, e ainda por mero capricho, ou insegurança?”.
_ “Que filho gostaria de ter um Deus que manda seu próprio pai lhe matar, e ainda por mero capricho, ou insegurança?”.

Mas, o que é lealdade?
Lealdade é o atributo que designa alguém que é digno de confiança, que cumpre suas obrigações e não falha com os seus compromissos, demonstrando responsabilidade, honestidade, retidão, honra e decência. Pessoas leais são pessoas de caráter.
Perguntar-se-ia, novamente: Onde encontraríamos um perfeito exemplo de lealdade?
Resposta: Na Guerra.

É na guerra e somente na guerra que se encontram verdadeiramente as pessoas de caráter. E somente quem esteve lá sabe disso. Assim, a absoluta maioria dos juramentos de lealdade, sejam quais forem, não são verdadeiros. Podem, eventualmente, até serem sinceros, de boa vontade. Mas continuam não sendo verdadeiros. Porque quando colocados à prova, em situações de adversidade, a esmagadora maioria das pessoas foge covardemente ao compromisso anteriormente assumido.
É por isso que as pessoas se decepcionam com o outro frequentemente durante toda a vida. Porque se iludem julgando que conhecem as pessoas e sabem escolher aquelas em quem confiar. Todavia, nos momentos adversos, a maioria sempre se revelará pela traição. Porque as pessoas de caráter são raríssimas: verdadeiros “diamantes de sangue”.
Quer se juntar a elas?
Agora, você já sabe onde: na Guerra.